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FAQS

O que é um Resíduo Sólido?

Resíduos sólidos constituem aquilo que genericamente se chama lixo: materiais sólidos considerados sem utilidade, supérfluos ou perigosos, gerados pela atividade humana, e que devem ser descartados ou eliminados.

Aterro sanitário e lixão Ambos são uma área destinada para disposição final de resíduos sólidos, porém há uma grande diferença entre eles.

No Lixão os resíduos são lançados a céu aberto, sem nenhum tratamento de efluentes líquidos (Chorume – líquido resultante da decomposição dos resíduos), provocando sérios impactos na saúde e no meio ambiente. O lixo fica exposto sem nenhum procedimento que evite as consequências ambientais e sociais negativas.

No aterro sanitário os resíduos são tratados com responsabilidade, são acomodados em uma célula preparada com sistema de drenagem de chorume acima de uma camada impermeável de polietileno de alta densidade evitando assim o vazamento de material líquido para o solo, consequentemente evitando assim a contaminação de lençóis freáticos. Após sua acomodação todo aquele resíduo é coberto por uma camada de terra, evitando assim aglomeração de insetos, roedores e mal cheiro.

Classificação dos resíduos?

Os resíduos são classificados, de acordo com a NBR 10.004, como:

1) Resíduos Classe I – Perigosos: São aqueles que apresentam periculosidade e características como inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.

2) Resíduos Classe II – Não Perigosos

Resíduos Classe II A – Não Inertes: São aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe I – Perigosos ou de resíduos classe II B – Inertes. Os resíduos classe II A – Não inertes podem ter propriedades, tais como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.

Resíduos Classe II B – Inertes: São quaisquer resíduos que, quando amostrados de uma forma representativa e submetidos a um contato dinâmico e estático com água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor, conforme anexo G da NBR 10004.

O que é PGRS?

Plano de gerenciamento de resíduos sólidos, é um documento técnico que identifica a tipologia e a quantidade de geração de cada tipo de resíduo e indica as formas ambientalmente corretas para manejo, nas etapas de geração, acondicionamento, transporte, transbordo, tratamento, reciclagem, destinação e disposição final.

Quem precisa do PGRS?

De acordo com a política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal n. 12.305/2010), a elaboração e a execução do PGRS são obrigatórias aos geradores de resíduos sólidos, responsáveis pelo adequado gerenciamento de seus resíduos. A Lei determina que devem elaborar o PGRS:

  • Geradores de resíduos de serviços públicos de saneamento básico;
  • Geradores de resíduos industriais;
  • Geradores de resíduos de serviços de saúde;
  • Geradores de resíduos de mineração;
  • Estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços que gerem resíduos perigosos ou que sejam definidos como de responsabilidade privada por sua natureza, composição ou volume;
  • Empresas de construção civil;
  • Terminais ou outras instalações de serviços de transporte;
  • Atividades agrossilvopastoris conforme exigência do órgão ambiental ou de vigilância sanitária.

Conforme regulamentação especifica, é definida a responsabilidade privada pelos resíduos ou conceituado como grandes geradores. Como exemplos, citam- se shoppings, supermercados, restaurantes e hotéis.

Sobre a lei Distrital 5.610/2016 dos grandes geradores

Art. 4° Os grandes geradores são integralmente responsáveis pelo gerenciamento ambientalmente adequado dos resíduos sólidos similares aos resíduos domiciliares que gerem e pelos ônus dele decorrentes.

I – grandes geradores: pessoas físicas ou jurídicas que produzam resíduos em estabelecimentos de uso não residencial, incluídos os estabelecimentos comerciais, os públicos e os de prestação de serviço e os terminais rodoviários e aeroportuários, cuja natureza ou composição sejam similares àquelas dos resíduos domiciliares e cujo volume diário de resíduos sólidos indiferenciados, por unidade autônoma, seja superior ao previsto no art. 2°, II;

II – volume diário, por unidade autônoma, limitado a 120 litros de resíduos sólidos indiferenciados.

IV – gerenciamento de resíduos sólidos: conjunto de atividades planejadas que incluem segregação, coleta, armazenamento, transporte, transbordo, tratamento e disposição final de resíduos sólidos;

Como a Ouro Verde pode ajudar?

Somos uma empresa licenciada pelos órgãos de controle ambiental, visando atender às necessidades de sua empresa na Disposição Final dos Resíduos Sólidos, Classe II A e II B, com Características de Resíduos Sólidos Urbanos.

Após o cadastramento da sua empresa na Ouro Verde e assinatura dos contratos (Coleta e destinação final), direcionamos para coleta e destinação final no aterro.

Também contamos com parceiros que realizam o PGRS.

Nos colocamos a sua disposição para informações e/ou dúvidas.

Quais garantias deste serviço receberei?

Ao final de todo mês encaminhamos via e-mail:

  • Nota fiscal;
  • Relatório de pesagens;
  • Gravimetria;
  • Certificado de destinação final dos resíduos.

Quantas toneladas minha empresa gera?

Depende do tipo de resíduo, entre em contato com nossa equipe para se informar.

Como faço para cadastrar minha empresa com a Ouro Verde?

Temos à sua disposição uma equipe comercial preparada para tirar todas as suas dúvidas e realizar o cadastramento da sua empresa sem burocracia.

Basta entrar em contato nos nossos canais de atendimento e solicitar o cadastramento.

Será uma satisfação tê-lo como nosso cliente.